Europa, um trance

3 de janeiro de 2012

Um travelling rápido sobre os trilhos do trem enquanto o narrador parece iniciar uma sessão de hipnose. O trance é profundo neste filme cheio de simbolismo, que passeia pelas peculiaridades da origem e do conceito Europa. Visualmente fascinante, com uma curiosa mistura de preto e branco e cores, Europa foi dirigido em 1991 pelo polêmico Lars von Trier. O filme conta a história de Leo Kessler, um jovem americano de origem alemã que viaja para a Alemanha quando a Segunda Guerra finaliza para ganhar a vida. Graças ao seu tio, consegue trabalho na companhia ferroviária Zentropa. Embora inicialmente seja uma experiência atraente, pouco apouco ele terá de enfrentar os horrores da barbárie nazista em um país que foi completamente destruído pela guerra. Max deseja reconstruir a rede ferroviária alemã e, portanto, colaborar com os aliados e ajudar a fazer um mundo melhor. O trem é o grande símbolo desse filme, além de muitos outros. O trem e a ferrovia representam o esforço de reconstrução da Alemanha do pós-guerra, do qual Leo, metáfora da alteridade, deseja participar com entusiasmo. Os relógios e o tempo representam a nova ideia de uma Europa dirigida e tecnocrática. Junto as enebriantes imagens que atravessam o filme de princípio a fim, resultam impressionantes a maquete ferroviária e o simbolismo de seu descarrilamento. Agora que a Europa enfrenta momentos difíceis, mergulhe no trance de Europa, um filme diferente. Conheça mais filmes relacionados com a ferrovia na nossa coleção Locomotivas do mundo.

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Edições Del Prado BLOG

23 de dezembro de 2011

Edições Del Prado BLOG.

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Boas Festas, Merry Christmas, Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

23 de dezembro de 2011

Como se chama a mulher de Papai Noel? Merry Christmas, evidentemente. Da mesma forma que em português utiliza-se a fórmula “Feliz Natal e Próspero Ano Novo” , em inglês diz-se Merry Christmas and a Happy New Year, que significa algo parecido. Mas alguns clérigos australianos fizeram uma campanha para substituir merry, cujo significado literal é “alegre”, por happy (feliz), com o intuito de evitar as conotações da palavra merry tem com o exagero na ingestão de bebidas alcoólicas, e por isso recomendam o uso de Happy Christmas. Também existe a corrente politicamente correta daqueles que para desassociar as festas de sua origem utilizam um cumprimento mais neutro, Season’s Greetings, que seria equivalente também à expressão que se torna cada vez mais popular, Boas Festas. Seja como for, não será em qualquer caso por falta de fórmulas, pelo menos se recorrermos aos diferentes idiomas do planeta. Muitas expressões para um mesmo desejo: Felizes Festas e Próspero Ano Novo, lhes deseja a equipe Del Prado.

104  maneiras de desejar Boas Festas e Feliz Ano Novo!

Africâner (África do Sul) – Geseende Kerfees en ‘n gelukkigenuwe jaar Albanês - Gëzuar Krishlindjet Vitin e Ri! Alemão - FroehlicheWeihnachten und ein glucklichesNeues Jahr! Alsaciano - E guetiWïnâchte & E glecklichs Nej Johr! Amárico (Etiópia) – Melkam Yelidet Beaal Apache (índios norte-americanos) – Gozhqq Keshmish Árabe - I’DMiilad Said ous Sana Saida / I’DMubarak ous Sana Saída Árabe (Iraque) - Idah Saidan Wa Sanah Jadidah Aramaico - Edo bri’cho o rish d’shato brich’to! Aranês (Gasconha francesa) – Bon Nadau! Araucano (Parte central da América do Sul) – Wi tripantu in Che Armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand Asturiano (León) – Bones Navidaes & Gayoleru anu nuevu! Aimará (Países andinos) – Sooma Nawira-ra Azeri (Azerbaijão) – Tezze Iliniz Yahsi Olsun Bable (Astúrias) – Feliz ñavida y provechosu añu nuevu Basco - Zorionak eta Urte Berri On / Zorionstsu Eguberri. Bengali (Bangladesh) – Shuvo Baro Din – Shuvo Nabo Barsho Bielorrusso - Vyaselykh Kalyad Bretão (Bretanha Francesa) – Nedeleg laouen na bloav ezh mat Búlgaro - Vasel Koleda; Tchesti nova godina! Cantonês (China) – Gong Tsok Sing Dan, Bing Ho Sun Hei / Seng Dan Fai Lok, Sang Nian Fai Lok Catalão - Bon nadal i feliç any nou! Cherokee (índios norte-americanos) – Danistayohihv & Aliheli’sdi Itse Udetiyvsadisv Cheyenne (índios norte-americanos) – Hoesenestotse & Aa’e Emona’e Coreano - Sung Tan Chuk Ha Corso (Córcega) – Bon Natale e Bon capu d’ annu / Pace e salute Croata - Sretan Bozic Curdo (Curdistão) – Seva piroz sahibe u sersala te piroz be Dinamarquês - Glædelig Jul og godt nytår Egípcio - Colo sana wintom tiebeen Eslovaco - Vesele Vianoce. A stastlivy Novy Rok Esloveno - Vesele bozicne praznike in srecno novo leto Espanhol - Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo Esperanto (idioma artificial) – Gajan Kristnaskon Esquimó (Groenlândia, Alasca) – Jutdlime pivdluarit ukiortame pivdluaritlo Estoniano - Rõõmsaid Jõulupühi ja head uut aastat! Filipino - Maligayang Pasko atManigong Bagong Taon Finlandês - Hyvää Joulua ja onnellista uutta vuotta! / Hauskaa Joulua Flamenco (Holanda) – Zalig Kerstfeest en Gelukkig nieuw jaar Francês - Joyeux Noël et Bonne Année! Gaélico - Nollaig Shona Dhuit Galego - Bon Nadal e Ano Novo Galês (País de Gales) – Nadolig LLawen a Blwyddyn Newydd Dda Georgiano - Gilotsavt Krist’es Shobas & Gilosavt akhal ts’els Grego - Kala Christougenna Kieftihismenos O Kenourios Chronos Guarani (Paraguai, Norte da Argentina) – Avyaitete ahi ko Tupa ray arape qyrai Yy Kapyryin Rira Gujarati (Gujarat, na Índia) – Natal ni shub kaamnao & SaalMubarak Havaiano - Mele Kalikimaka ame HauoliMakahiki Hou! Hebraico - Mo’adim Lesimkha. Shana Tova Hindi (Índia) – Shub Naya Baras Holandês - Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar! Húngaro - Kellemes Karacsonyi Unnepeket es Boldog Új Évet Iídiche (judeus) – Gute Vaynakhtn un a Gut Nay Yor Indonésio - Selamat Hari Natal dan Selamat Tahun Baru! Inglês - Merry Christmas & Happy New Year Ioruba (Nigéria) – E ku odun, e hu iye’ dun! Irlandês - Nollaig chridheil agus Bliadhna mhath ur Islandês - Gledileg Jol og Farsaelt Komandi ar! Italiano - Buon Natale e Felice Anno Nuovo Japonês - Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto /Meri Kurisumasu soshite Akemashite Omedeto! Latim (língua morta) – Natale hilare et Annum Nuovo! Letão - Prieci’gus Ziemsve’tkus un Laimi’gu Jauno Gadu Lituano - Linksmu Kaledu ir laimingu Nauju metu Luxemburguês - Schéi Krëschtdeeg an e Schéint Néi Joer Macedônio - Streken Bozhik Malaio - Puthuvalsara Aashamsakal / Selamat Hari Natal dan Tahun Baru Maltês - NixtieqlekMilied tajjeb u is-sena t-tabja! Mandarim (China) – Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan Maori (aborígenes da Nova Zelândia) – Meri Kirihimete Maia (México, Guatemala) – Utzul mank’inal Mongol - Zul saryn bolon shine ony mend devshuulye Navajo (índios norte-americanos) – Yá át’ ééh Késhmesh dóó Nizhonígo nínínáádooha Nepalês - Krist Yesu Ko Shuva Janma Utsav Ko Upalaxhma Hardik Shuva & Naya Barsa Ko harkik Shuvakamana Norueguês - God Jul og Godt Nyttår Occitano (língua de Oc, França) – Polit nadal e bona annada Papiamento (Norte da Venezuela) – Bon Pasço Persa (Irã) – Cristmas-e-shoma mobarak bashad Pés Negros (índios norte-americanos) – I’Taamomohkatoyiiksistsikomi Polonês - Wesolych Swiat Bozego Narodzenia Português - Boas Festas e Feliz Ano Novo Punjabi (Punjab, na Índia) – Nave sal di mubaraka Quechua (Andes) – Sumaj kausay kachun Navidad ch’sisipi &MosoiWatapi sumaj kausay kachun Rapa-nui (Ilha de Páscoa) -Mata-Ki-Te-Rangi. Te-Pito-O-Te-Henua Romeno - Sarbatori vesele Russo - Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom Samoano (Samoa) – LaMaunia Le KilisimasiMa Le Tausaga Fou Sérvio - Hristos se rodi Servo-Croata - Sretam Bozic. Vesela Nova Godina Somali - Ciid wanaagsan iyo sanad cusub oo fiican. Spanglish (mistura de espanhol e inglês, nos Estados Unidos) – Americrismas Sudanês - Wilujeng Natal SarengWarsa Enggal Sueco - God Jul och Gott Nytt Ar Swahili (continente africano) – Krismas Njema Na Heri ZaMwakaMpya Tailandês - SuksanWan Christmas lae Sawadee PeeMai Tamil (Sul da Índia, Sri Lanka) – Nathar Puthu Varuda Valthukkal Tcheco - Prejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok Turco - Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun Ucraniano - Veseloho Vam Rizdva i Shchastlyvoho Novoho Roku! / Srozhdestvom Kristovym Urdu (Paquistão) – Naya SaalMubarak Ho Valenciano - Bon Nadal i millor any nou Vietnamita - ChucMung Giang Sinh – ChucMung Tan Nien Zulu (Sul da África) – Sinifesela Ukhisimusi Omuhle Nonyaka Omusha Onempumelelo /Nginifisela inhlanhla ne mpumelelo e nyakeni



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Pearl Harbor: 70 anos do Dia da infâmia

6 de dezembro de 2011

Há setenta anos atrás, tudo parecia azul naquele domingo 7 de dezembro de 1941 no Havaí. Mas os marines destacados na frota norte-americana do Pacífico, ancorada em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, acordaram com o barulho das explosões e dos tiros e, ainda aturdidos, ocuparam suas posições de defesa. A Armada Imperial Japonesa atacava aos Estados Unidos por surpresa, sem qualquer declaração oficial de guerra, dando início a uma nova fase do conflito bélico que desde 1939 se estendia pelo mundo. Durante 1941 as relações entre o Japão e os EEUU foram se complicando e piorando cada vez mais, mas ninguém estava preparado para o que aconteceu naquele dia. O ataque aéreo começou às 7:53.  Horas antes, um mini-submarino japonês havia sido avistado nas proximidades da baía. Os japoneses haviam disposto cinco mini-submarinos classe Ko-hyoteki  com o objetivo de se adentrar no porto e destruir os navios dos EUA utilizando torpedos. Os primeiros tiros disparados e as primeiras mortes em Pearl Harbor ocorreram quando o USS Ward atacou um o mini-submarino avistado. Eram às 06:37.

Tora, tora, tora. Esse foi o código utilizado pelos japoneses para dar início à incursão. Os avisos emitidos pelos radares norte-americanos foram confundidos com a chegada prevista de forças próprias dos EUA, de forma que o ataque só foi confirmado à medida que ia acontecendo. Os aviões chegaram em duas ondas, com um total de 353 aeronaves, incluindo caças Zero, bombardeiros-torpedo Nakajima Tipo 97 “Kate” e bombardeiros-de-mergulho Aichi Tipo 99 “Val”. Na primeira, atacaram os aviões teoricamente mais vulneráveis, 186 torpedeiros-bombardeiros e os Aichis, tentando aproveitar o fator surpresa. A segunda onda, de 168 aviões, atacou o campo Bellows, no meio de Pearl Harbor. A única força de oposição veio de alguns P-36 e P-40 e de fogo antiaéreo naval. Foram noventa minutos de inferno e destruição. Os norte-americanos perderam 13 navios e 188 aeronaves. Morreram 2.403 militares e 68 civis. Do lado japonês, as baixas foram de 29 aviões abatidos, cinco mini-submarinos afundados e 64 mortos. No dia seguinte, 8 de dezembro, o presidente Franklin Delano Roosevelt, classificou o inesperado ataque como um ato de infâmia e encaminhou ao Congresso norte-americano uma declaração de guerra contra o Japão. Quatro dias depois Hitler declarava a guerra aos EE UU.

O objetivo final dos japoneses no ataque a Pearl Harbor era neutralizar a frota inimiga do Pacífico por um longo período, na tentativa de ocupar as colônias do sudeste asiático. Porém, as principais peças da frota, os poderosos porta-aviões, não estavam ancorados em Pearl Harbor. Os japoneses também não contavam com a capacidade de reação dos EEUU: a nação entrou em estado de guerra e conseguiu recuperar o poder da frota em seis meses. Em 6 e 9 de agosto de 1945, aconteceriam os ataques nucleares às cidades de Hiroshima e Nagasaki, o começo do fim da Segunda Guerra.

Animação do National Geographic

Outros links relacionados:

Commemorative Air ForceCommemorative Air Force Gulf Coast WingPearl Harbor Stories |

Os aviões:

P51Mitsubishi A6M “Zero”Nakajima B5N “Kate”Aichi D3 “Val”Outros

Pacote Pearl Harbor

 

 

 

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Construa um relógio Cuco

19 de novembro de 2011

Divirta-se construindo um autêntico relógio cuco

Preencha sua casa com o Som do tempo

Com a nova coleção Construa um relógio cuco, você receberá em cada edição um fascículo sobre a história dos relógios de cuco e uma ficha explicativa que vai lhe permitir montar, de forma simples e divertida, este maravilhoso relógio.

Construa um relógio Cuco Nº 001

No primeiro número:

  • Fascículo Relógio Cuco Nº 001
  • Ficha de montagem Relógio Cuco Nº 001
  • Mostrador em madeira 90mm BLACK FOREST
  • Peças de madeira correspondentes à fachada inferior direita
  • Cola branca
  • Pincel
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O sonho de um Presépio

16 de novembro de 2011



Há muitos séculos, o homem cristão sentiu necessidade de representar plasticamente o evento que deu origem à sua religião: o nascimento de Jesus. Neste sentido, construiu várias formas mas nenhuma parece ter sido tão significativa quanto os presépios que graças à tradição popular proliferam em milhares de casas e nos mais diversos locais de reunião pública quando, ano após ano, se comemora esta data muito especial. Em sua época, muitos presépios foram obra de renomados artistas, exímios criadores de imagens que empregaram a sua técnica mais apurada na elaboração de belas figuras e paisagens extraordinárias que representavam com grande fidelidade o Nascimento de Jesus Cristo. E de uma plasticidade extraordinária resulta o Presépio desenvolvido para a Del Prado por José Luis Mayo Lebrija, um dos mais renomeados presepistas da Espanha.

O Natal está próximo, comemore ao redor de um Presépio.

 

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O “Lápis voador”

19 de agosto de 2011

Setenta anos depois, ainda tem seus pneus inchados e a imagem esguia da sua  fuselagem é perfeitamente captada pelos radares. Está a 16 metros de profundidade, frente ao litoral de Deal, en Kent (Reino Unido). Se trata de um bombardeiro alemão Dornier Do 17, abatido em agosto de 1940, quando se preparava para atacar os aeródromos de Essex.  Podia carregar quase uma tonelada de bombas e, no momento de ser atingido, contava com uma tripulação de quatro pessoas. Duas faleceram no frustrado pouso. Localizado em 2008, o Museu da Força Aérea Real lançou uma campanha com a que espera arrecadar quase um milhão de euros para proceder ao resgate do bombardeiro. As imagens divulgadas sugerem que o Dornier 17 ainda está intacto e há esperanças de que ele possa  ser exibido posteriormente. O Dornier 17, que pela sua fuselagem esguia e comprida ganhou o apelido de “Lápis voador”, foi um dos destaques das frotas de bombardeio da Luftwaffe, a Força Aérea alemã, que começou seu ataque sobre as cidades e os aeroportos da Força Aérea Real britânica, no verão de 1940. A história do Dornier 17 aparece contada nas fichas que acompanham o modelo Dassaul Super Etendard, na obra Aviões de Combate.

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O risco classificado e a ferrovia

11 de agosto de 2011

Com uma dança de letras, elas parecem capazes de derrubar países. Em boca de todos nas últimas semanas, as agências classificadoras de risco têm uma curiosa origem, vinculada a história das locomotivas. No século XIX, em pleno boom do desenvolvimento da ferrovia, a necessidade de financiamento para as novas infraestruturas era patente em diversos pontos do país. Os investidores, acostumados a colocar suas poupanças por perto, sentiam falta de informação na hora de resolver apoiar iniciativas mais distantes. Foi aí que, em 1860, Henry Varnum Poor vislumbrando uma oportunidade de negócio, publicou o History of Railroads and Canals in the United States. O título fez sucesso e logo viraria o manual dos investidores nas companhias ferroviárias americanas. Junto com seu filho, Henry Varnum fundou a H.V. and H.W. Poor Co, dedicada a lançar edições anuais atualizadas do livro. A inciativa abriu espaço para mais publicações. Assim, no início do século, John Moody criou sua própia companhia, a Moody´s. Em 1906, Luther Lee Blake fundou o Standard Statistics Bureau, que ao fusionar em 1946 com a Poor’s Publishing, companhia sucessora da H.V. and H.W. Poor Co, daria lugar a hoje conhecida Standard & Poor´s.  Conheça a história das locomotivas com Locomotivas do Mundo.

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O eterno mistério das pirâmides

2 de agosto de 2011

 

Mais de 4.000 anos depois de sua construção, as pirâmides egípcias continuam sendo um enigma. Um dos mistérios mais debatidos é quais foram os meios, a organização e a técnica utilizados para deslocar e posicionar os grandes blocos de pedra com os quais os antigos egípcios construíram os monumentos colossais que ainda nos impressionam, especialmente as grandes pirâmides da IV Dinastia (2613-2494 a.C.). Desconsiderando-se todas as teorias fantasiosas a respeito, o que se sabe, ao certo, é que as pedras eram talhadas na pedreira com a forma e as dimensões desejadas.  Não há registros que expliquem como foram construídas, mas, através dos relevos de mastabas da V Dinastia, sabe-se que os antigos egípcios utilizavam uma espécie de trenó para facilitar o transporte de cargas pesadas, como grandes estátuas de pedra ou vigas. Os relevos mostram duas fileiras de operários puxando cordas e um operário.  A coleção Cenas do Antigo Egito aborda na sua edição 80 os detalhes da construção das pirâmides. Conheça esta magnífica obra.

Trabalho Grande PiramideMonte a cena A contrução da Grande Pirâmide

 

 

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Subindo às alturas

21 de julho de 2011

Cremalheira Corcovado

Chegar às nuvens sem pegar um avião. De trem? Subir ladeiras íngremes foi sempre um desafio para as locomotivas, já que a partir de certo grau de inclinação as rodas patinam, perdendo tração. O caminho para subir às alturas começou em 1812 com o sistema de cremalheira criado por John Blenkinsop, que desenvolveu uma locomotiva com rodas dentadas que atuavam sobre engrenagens situadas fora dos trilhos em ambos os lados da via. Na verdade seu intuito não era alcançar as alturas, mas garantir aderência em terrenos planos. Já em 1847 Sylvester Marsh realizou alguns testes  no Madison Indianapolis Railway, nos EUA, e a primeira ferrovia de cremalheira do mundo foi inaugurada em 27 de agosto de 1868, no Monte Washington. Ao mesmo tempo, outros tipos de cremalheiras foram desenvolvidos na Suíça, inclusive servindo de base para o trem do Corcovado, que leva os turistas ao Cristo Redentor, e foi inaugurado pelo imperador Dom Pedro II em 9 de outubro de 1884. Trens de cremalheira operam geralmente em cenários geográficos espetaculares. Na Europa central, com o desafio das impressionantes  montanhas dos Alpes, se encontram alguns dos mais famosos e legendários trens de cremalheira e também o mais inclinado do mundo, o do Monte Pilatus, próximo à Lucerna, na Suíça, que para alcançar seus 2.132 metros supera rampas de até um 48% de desnível. Uma curiosidade é que atualmente a ferrovia de carga mais inclinada do mundo está no Brasil, via da Serra do Mar, e faz parte do trajeto percorrido dos planaltos ao Porto de Santos com uma inclinação de 10% e 8 km de extensão.

Conheça a obra Locomotivas do Mundo.

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