RENFE 242 Confederación

18 de maio de 2012

Descendentes da classe 4-8-2, as magníficas RENFE 242 Confederación foram construídas para funcionar em uma bitola de 1.674 mm. Essas locomotivas foram as últimas máquinas a vapor de trens expressos de passageiros fabricados na Europa e os últimos suspiros do vapor na Espanha. A classe 242 era composta por 10 máquinas que saíram da fábrica La Maquinista Terrestre y Marítima, de Barcelona, no ano de 1956. A denominação Confederación se referia à comemoração do centenário da fabricante, que desde 1920 tornou-se a mais importante fornecedora de locomotivas a vapor da Espanha. Entre todos os detalhes que essas máquinas possuíam, se destacavam o sistema de tratamento de água da empresa francesa TIA e um potente turbogerador que fornecia a eletricidade necessária para iluminar o trem. Características como o farol instalado na frente da chaminé, que permitia ao maquinista avaliar através da cor da fumaça, de noite e de dia, se a combustão estava ajustada corretamente, e o seu desenho externo todo na cor verde davam à máquina uma elegância espetacular. As RENFE 242 Confederación puxavam os trens expressos na seção não eletrificada da linha de Madri e eram capazes de atingir uma velocidade de 110 km/h arrastando até 750 toneladas. Um ótimo rendimento, pela grande produção de sua caldeira e pelo grande diâmetro de suas rodas motoras. Uma máquina que encerrou com chave de ouro a fabricação de trens a vapor do país.

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BMW R 1100 R

16 de maio de 2012

Os técnicos da fabricante de Munique desejavam conquistar um novo segmento de mercado com bom potencial de crescimento. A decisão focou o mercado das roadster, com um modelo manobrável, ágil e de fácil condução, que com linhas simples e inovadoras era capaz de atender a deslocamentos diários e longas viagens. O resultado foi a nova BMW R 1100 R. Apresentada em Colônia (Alemanha) na primavera de 1944, a R 1100 R foi a primeira motocicleta que atendia por completo às características desse segmento: uma roadster autêntica para o público apreciar. Para os verdadeiros amantes das motos, o modelo resultou plenamente satisfatório, tanto pelas características técnicas visíveis, que vão do motor à ciclística, como pelas que não resultavam tão aparentes: seu funcionamento da suspensão dianteira Telelever e seus detalhes de classe, como o banco de altura regulável e o luxuoso equipamento de bolsas e para-brisa. Seu motor é o mesmo da versão GS, denominado projeto R259. Esta motocicleta é, sem dúvida, uma obra prima, na qual o desenvolvimento técnico e a originalidade do projeto se tornaram determinantes para o seu sucesso. A R 1100 R foi eleita uma das favoritas entre as motocicletas que fizeram a história da BMW, tornando-se uma jóia que rapidamente fascinou os amantes das duas rodas.

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City 2002 Iveco Eurofire

15 de maio de 2012

Este veículo anti-incêndio foi utilizado nos corpos de bombeiros italiano, alemão e espanhol. Na Itália, o veículo tinha denominação oficial de Autopompa serbatoio , mas na  Alemanha foi chamando de öschefeuer e na Espanha ficou conhecido como autobomba. O modelo trata-se de um anti-incêndio polivalente, capaz de prestar serviço em uma ampla gama de emergências. O City 2002 Iveco Eurofire cumpre as normas DIN e os equipamentos utilizados nesse veículo possuem alto conteúdo tecnológico, produzido pela histórica companhia alemã Magirus. O modelo é fabricado com um sistema denominado “Alufire”, que pretende reduzir a superestrutura e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de proteção dos ocupantes, e possui bombas de nova geração do tipo Eurofire. O City 2002 Iveco Eurofire significa um compromisso ideal entre as diferentes necessidades operacionais, seja pela sua alta capacidade de carregar equipamentos ou pelas notáveis capacidades anti-incêndio em áreas urbanas ou rurais. Essa viatura, capaz de responder a 80% das emergências habituais, integra o grupo Iveco Eurofire, que é líder em produção de veículos contra incêndios na Europa, e, por esse e outros motivos, vem conquistando um futuro brilhante com suas intervenções. É um veículo bastante confiável, sendo considerado um dos melhores de todo o mundo que atualmente encontram-se disponíveis.

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Austin Healey 100

11 de maio de 2012

No início dos anos 50, o engenheiro automobilístico Donald Healey tinha planos para construção de um novo carro esportivo que fosse mais barato que o primeiro Silverstone. Utilizando o mesmo grande motor de 4 cilindros e 2,6 litros  do Austin A90 Atlantic, o engenheiro criou o protótipo de um novo carro batizado de Healey Hundred (Healey Cem), pois estava certo de que o veículo superaria 100 milhas por hora. Apresentado no London Motor Show de 1652, o protótipo não chamou muita atenção, mas Sir Leonard Lord, diretor da British Motor Corporation, quis fabricar o novo carro e mudou o nome do veículo para Austin Healey 100. A produção do novo veículo não podia começar com mais sucesso e, logo no verão de 1953,  já havia alcançado a soma de 100 carros por semana. Neste mesmo ano, o Austin Healey 100 estreou em Le Mans (França), conquistando o segundo e terceiro lugar de sua classe e, nos próximos anos, estabeleceu vários recordes de velocidade. O automóvel tinha um motor com válvulas comandadas por varetas, 2.660 cc de cilindrada e 90 CV de potência a 4.000 rpm. Possuía também caixa de câmbio de três marchas, um chassi com travessões de caixa e uma carroceria que era soldada diretamente no chassi. Sua velocidade podia chegar até 170 km/h. Essas características tornaram o Austin Healey 100 um carro muito popular, sendo inovado em outras versões que até hoje são muito apreciadas pelos colecionadores.

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DB BR 103.1

10 de maio de 2012

Em 1960, a empresa estatal de caminhos de ferro da Alemanha Ocidental, Bundesbahn, começou a planejar uma rede ferroviária de alta velocidade para que os trens interurbanos pudessem competir com os serviços aéreos nacionais. As principais rotas da região possuíam várias restrições quanto à velocidade, mas, com a construção dessa nova rede, a especificação estabelecida para alcançar alta velocidade era que o trem alcançasse em 150 segundos o equivalente a 200 km/h. Inúmeras companhias alemãs apresentaram suas diferentes propostas, resultando na decisão pelo sistema Co’ Co. O modelo BR 103.1 consiste em uma locomotiva elétrica expressa de passageiros fabricada em 1970 para realizar serviço nessa nova linha férrea. O desenho de sua estrutura surgiu após vários testes em túneis de vento. As últimas 30 unidades dessa classe eram 70 cm mais longas para permitir cabines mais espaçosas e, mais tarde, a DB BR de número 103.118 foi projetada para que pudesse alcançar uma velocidade máxima de 250 km/h, contando também com algumas diferenças elétricas em relação às suas predecessoras, tornando-se uma das locomotivas mais potentes do mundo.

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Douglas A-1 Skyraider

9 de maio de 2012

Descontente com seu avião de ataque BTD, o engenheiro chefe da Companhia Douglas de El Segundo (Califórnia), Ed Heinemann, decidiu atender o pedido oficial da Marinha dos Estados Unidos e desenhou um modelo bastante mais simples, chamado AD Skyraider. O protótipo realizou seu primeiro vôo em 18 de março de 1945, tendo uma vida operacional destacada o que lhe valeu uma carreira gloriosa, tendo se tornado o caça de um único ocupante mais amplamente fabricado. Posteriormente ganharia ainda uma sobrevida como A-1. O Skyraider tinha uma configuração do tipo monoplano com asa baixa saliente, trem de aterrissagem com roda de cauda, capacidade de emprego em porta-aviões, fuselagem espaçosa e outras características que o tornavam volumoso, mas muito ágil. Com a asa longa e reta e sua considerável capacidade de carga, era muito adequado para o lançamento de grandes quantidades de artefatos diversos de guerra, inclusive no caso de seus suportes estarem ocupados por tanques auxiliares. Esse avião entrou em serviço em dezembro de 1946 e foi fabricado até 1957, resultando em 3.180 unidades. Demonstrou ser uma arma imprescindível durante a Guerra da Coréia, quando sua relação carga útil / autonomia foi muito superior à de qualquer outro modelo da época. O Skyraider tornou-se um caça muito versátil e continuou sendo um avião de combate muito utilizado até o final dos anos 60.

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Fuzileiros Navais (EUA, 1942)

8 de maio de 2012

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Corpo de Fuzileiros Navais foi um dos menores efetivos das tropas americanas, já que, no total de 16,3 milhões de soldados americanos em combate, os fuzileiros somavam apenas cinco por cento desta tropa. Por esse motivo, a contribuição dos fuzileiros -americanos para a vitória final dos Aliados na Batalha de Guadalcanal não foi de grande impacto. A Campanha de Guadalcanal foi uma batalha terrestre e aeronaval, travada de agosto de 1942 a fevereiro de 1943. A batalha foi a primeira grande ofensiva por parte dos Aliados no Pacífico e se tornou significativa por ter marcado o ponto de virada na Guerra, resultando na primeira vitória terrestre Aliada no conflito. A miniatura representa o Cabo do 1º Corpo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais de 1942. Esses fuzileiros usavam um traje utilitário de duas peças que logo se tornou um uniforme de campanha padrão. Possuía as iniciais USMC e o emblema globe-and-anchor pretos impressos sobre o bolso do peito esquerdo. Durante a Guerra, as botinas de cano alto denominadas boonbockers tornaram-se o calçado padrão. Os fuzileiros navais consideravam o fuzil como o seu “melhor amigo” e possuíam uma pontaria certeira em um objetivo constantemente visado. Chamado de fuzileiro naval, soldado do mar ou até mesmo de girino, esses militares fizeram desta Corporação o que conhecemos hoje como uma das primeiras tropas de combate de elite de todo o mundo.

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Major Rescue Volvo 6-14

7 de maio de 2012

O norte da Escócia é caracterizado por estradas tortuosas, às vezes atingidas pelas chuvas e pelo nevoeiro, o que as deixa muito perigosas. O polivalente Major Rescue Volvo 6-14 entrou em serviço no ano 2000 para prestar socorro nessas estradas, intervindo, principalmente, em casos de acidentes envolvendo pessoas presas dentro de veículos. Essas viaturas também realizam serviço no caso de explosões e para desobstrução de vias públicas após as tempestades. O modelo conta com um grupo hidráulico portátil que permite fazer funcionar os dilatadores, macacos e tesouras e outro grupo gerador que garante o funcionamento de uma motosserra  e de uma serra para madeiras. Outros artifícios do veículo permitem o levantamento de cargas pesadas, garantindo a iluminação e delimitação da área do acidente. Nos compartimentos metálicos do Major Rescue Volvo 6-14 encontram-se dispositivos para salvamento na água, já que os bombeiros escoceses não dispõem de mergulhadores. Graças a essa viatura, operações mais específicas podem ser realizadas. O modelo é fruto de uma aposta na polivalência muito bem sucedida: socorro em estrada, desobstrução de vias e socorro náutico.

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BMW R 1150 GS

3 de maio de 2012

Mais uma vez a BMW superou suas próprias expectativas quanto ao lançamento de uma duas rodas com a R 1150 GS. Lançada no outono de 1999, a o modelo carregava importantes inovações estéticas que saltavam aos olhos e novidades técnicas que atraíram um enorme público. A nova moto possuía, por exemplo, comandos integrados nas manoplas, cilindros de 101 mm com novos pistões da série C e um renovado sistema de escape em aço inoxidável, com diâmetro maior. Apesar do estilo off-road, a R 1150 GS atraiu diversas categorias de motociclistas, tornando-se um dos maiores sucessos da fabricante e, mesmo com um preço elevado, a moto dominou as listas de vendas na Alemanha, devido a confiabilidade que transmitia aos pilotos, sua potência, velocidade e estabilidade. Somente no primeiro ano de fabricação, 14.612 exemplares já haviam sido vendidos, convertendo a R 1150 GS na motocicleta mais vendida da BMW em todos os segmentos. As novidades que mais encantaram foram seu para-lama harmonioso e seu farol dianteiro assimétrico e duplo, além de dois faróis elipsoidais. Fiel em todos os detalhes,  a miniatura permite apreciar todas as características estéticas da motocicleta, revelando toda a elegância e a grandeza dessa imponente duas rodas.

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BMW 507

30 de abril de 2012

Em 1957, a BMW entrou para valer no segmento dos  carros esportivos. Criado pelo conde Albrecht Goertz, o 507 era belo e rápido, conforme desejo dos americanos, e possuía capacidade para dois lugares. Era um conversível médio com linhas sinuosas que, quando apresentado em 1955, ficou conhecido como “a pérola” do Salão de Frankfurt. O BMW 507 era comercializado como um cabriolé, feito totalmente de alumínio, e tinha como opcionais uma capota rígida desmontável, rodas que podiam ser substituídas rapidamente, um fundo reforçado e um diferencial de deslizamento ilimitado. A carroceria do veículo foi montada sobre um chassi tubular, possuía um grande volante de quatros raios e um painel de fácil leitura com velocímetro e conta-giros amplos e destacados.  Mesmo atraindo muitas pessoas com sua elegância e beleza, o BMW 507 era um carro com preço bastante elevado e só conseguia atrair pessoas famosas, como o príncipe Reiniero de Mônaco, os reis da Grécia e de Marrocos. Sua produção foi encerrada em 1958 com apenas 252 unidades fabricadas, selando seu fracasso comercial, mas atualmente é um dos carros mais procurados e apreciados pelos colecionadores.

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